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Publicado em 26 de Fev. de 2018 às 15:16 - Notícias Fitrae

Aumenta pessimismo dos brasileiros com os rumos da economia Pesquisa da FGV

Fonte: CUT


Pesquisa da FGV mostra que ​consumidores estão menos otimistas em relação ao emprego e mais cautelosos na hora de decidir fazer compras

O consumidor brasileiro está pessimista com os rumos da economia e a falta de um projeto consistente de desenvolvimento econômico e social do golpista e ilegítimo Michel Temer (MDB-SP).

É o que mostra a queda de 1,4 ponto no Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da Fundação Getúlio Vargas, do mês de fevereiro, divulgado nesta sexta-feira (23). O item que mais contribuiu para a queda da confiança foi a avaliação dos consumidores em relação ao grau de satisfação com a economia.

Os consumidores estão menos otimistas em relação a geração de emprego nos próximos meses e mais cautelosos em relação a novas compras. “O que pode deixar a recuperação esperada na economia mais lenta”, diz Viviane Seda Bittencourt, Coordenadora da Sondagem da pesquisa.

Para o presidente da CUT, Vagner Freitas, “a pesquisa comprova que a economia está ruim, que não há perspectivas no futuro próximo, ao contrário do que os golpistas e parte da mídia têm afirmado quase todos os dias”.

Com Temer, satisfação e expectativas seguem em queda

O indicador do ICC que mede a satisfação dos consumidores com a situação financeira no momento recuou 0,6 ponto, ou seja, os brasileiros estão mais insatisfeitos com as suas finanças pessoais.

Para agravar ainda mais o quadro econômico, as expectativas em relação aos próximos meses pioraram. E o indicador das perspectivas para a situação econômica nos próximos seis meses também caiu.

Os consumidores estão menos propensos a gastar, aponta a pesquisa que registrou queda de 3,6 pontos no indicador que mede a disposição para compras de bens duráveis nos próximos meses.

Apesar de tudo isso, o brasileiro é antes de tudo, um otimista. Mesmo com a  falta de confiança no modelo econômico dos golpistas, o brasileiro ainda está otimista em relação às suas próprias finanças.

A classe média é a mais pessimista:

A pesquisa foi feita entre quatro faixas de renda:

Até R$ 2100,00

Entre R$ 2.100,01 e R$ 4.800,00

Entre R$ 4.800,01 e R$ 9.600,00

 Acima de R$ 9.600,00

 Aumentou em 0,4 o índice de confiança dos que ganham até R$ 2.100,00 e dos que ganham acima de R$9.600,00.

Já os trabalhadores e trabalhadoras que ganham de R$ 2.100,01 até R$ 4.800,00 perderam o otimismo e a confiança com índice negativo de -3,1.

Os que ganham entre R$ 4.800,01 e R$ 9.600,00 também estão pessimistas. O índice chega a menos 2,8.


Fonte: CUT

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